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Segunda-feira, Agosto 31, 2009
Um dia de enterros
Às oito (bonito número) e quarenta e cinco, hora a que, creio, começou o massacre, estava eu calmamente recostado na cantina, comendo um steak au poivre. Pouco tempo depois, estava num bar, tragando um expresso. Durante todo este tempo, de nada soube. Avisaram-me das fatídicas notícias somente quando cheguei à residência.

Havia que proceder às formalidades. Havia que enterrar o fantasma dos penalties falhados do Cardozo. Enterrou-se. Os golos por marcar, à boca da baliza, pelo Aimar. Enterraram-se. Os jogos a ganhar um a zero, à rasquinha. Enterrados. A ideia de que o Bruno Carvalho (e o Azelha, por extensão) percebe de futebol. Não só se enterrou, como ainda levou umas pazadas. A ideia de que este campeonato vai ser facilmente ganho pelo FC Porto. Enterrado. Com honras de Estado. Pessoalmente, também enterrei uma tarde de 1962, quando o Benfica campeão europeu veio perder com esta... equipa e esta... equipa ousou levantar cartazes alegando ter ganho uma taça de Portugal ao campeão europeu. Mesquinho. Vulgar. Vingado.

Não sei se houve mais vítimas, pelo menos por enquanto. A colisão foi grande. Por mim, poderia sê-lo semanalmente, para que, no final do ano, conseguíssemos enterrar aquela vergonha que começa com p, acaba em a e não, não tem ut pelo meio, apesar de ter sido esse o alicerce de várias conquistas no passado.
 
por JAS às 23:25 | Link | 5 tragédia(s) escrita(s)
Batalha Setúbal

Linha I (de "incha, porco"), número 8.

Porta-autocarros ao fundo.
 
por JAS às 23:15 | Link | 1 tragédia(s) escrita(s)
Colisões desejadas


Não é preciso ser um génio para perceber qual vai ser a táctica do Setúbal. Espero, por isso, que ela redunde nisto mesmo: despiste e colisão. De preferência, frontal. A ouvir vamos.
 
por JAS às 15:12 | Link | 4 tragédia(s) escrita(s)
Quarta-feira, Agosto 26, 2009
A despedida
Alguma vez vos disse que não gosto de futebol? Se não disse, repito: não gosto de futebol. Não é nada contra a pulsão homoerótica de que falava JPC. Que existirá, certamente. Nem contra a simplicidade de meter a bola na baliza. Simplesmente, não gosto de desportos colectivos. Não me agrada a ideia de equipa, ainda que saiba trabalhar numa. Prefiro sujeitos. Individualizados. Autonomizados. Humanos. Adoro Garrincha, porque nele existe a luta entre a desigualdade e o génio. Respeito Cruyjf, pela aliança entre a inteligência e a técnica. Venero Mourinho pela liderança, pela estratégia, enfim, pelo domínio daquilo a que Sun Tzu chamou a “Arte da Guerra”. Porque o futebol, como tão bem me fez ver o Joel Neto, é guerra.

O Benfica, o Sport Lisboa e Benfica, o Glorioso, é o inverso do futebol. E, ao contrário do que acontece com o futebol, gosto do Benfica. Perdão. Adoro o Benfica. É a única ideia de loucura que conheço. E que aceito. Exemplo? Deus é uma ficção a que a realidade chamou Eusébio. Dotou-o de pernas e de braços, de ascensões e de quedas e de um futebol que só pode mesmo ser milagre. De tão potente. De tão crente. De tão incrível. Daí a frase: “Deus é do Benfica”. Ainda hoje aqueles pontapés me arrepiam. Como as defesas do Costa Pereira, a elevação do Torres, a postura do Águas. E o Chalana, o Bento, o João Vieira Pinto. Assim mesmo, com artigo definido. Não devem existir formalidades entre quem se conhece de paixão.

Não gosto de futebol, mas gosto do Benfica. Perdão. Adoro o Benfica. Porque me revolta e me apaixona, porque me enerva e me alegra, porque me educa e me bestializa. É a humanidade em pleno. Numa sociedade espartilhada por contratos sociais, morais e legais, o Benfica dá-me o direito – constitucionalmente consagrado – a noventa minutos de selvajaria por semana. Ao êxtase feroz. Ao troar do guerreiro. À guerra, no fundo. À minha guerra. Que acarinho dia a dia, semana a semana, época a época. E que comecei, com cerca de três meses, com o meu avô (já disse que adoro o meu avô? Se não disse, repito: adoro o meu avô). E com outros meus. Os amigos. Os parentes. Os desconhecidos.

Por isso é que amanhã, quando me for embora por um ano, desejarei que ninguém desapareça na minha ausência; que os meus grandes amigos, nomeadamente (mas não sobretudo) aqueles que partilham a loucura deste blogue comigo, sejam extraordinariamente felizes e bem sucedidos nas suas desventuras; e, naturalmente, que o Benfica, o meu e o nosso glorioso Benfica, seja campeão. Não adianta pedir mais. Para felicidade, basta-me isto.
 
por JAS às 20:12 | Link | 13 tragédia(s) escrita(s)
Se calhar era deste que o Queirós falava...
Há algum tempo já que não analiso as crónicas de Miguel Sousa Tavares. O culpado, confesso, é Eduardo Barroso, que veio furtar, por completo, a minha atenção. Se às terças estava habituado a ler alguém que justificava o injustificável, às quartas habituei-me a ler alguém que hipotetiza o impossível. Ora, a distância que separa o injustificável e o impossível é a mesma que separa o mau-carácter e a loucura. E a loucura sempre me fez rir com mais vontade.

Resolvi, porém, prestar alguma atenção à terça-feira desta semana. O título era prometedor. Abriu a caça ao Hulk. Perguntei-me se o caçador seria Bruno Alves. Faz sentido. Tendo já distribuido fruta a tudo quanto era adversário, poderia ter-se agora virado para os colegas de equipa, como aqueles rotweillers que, de repente, se passam da marmita e se viram às crianças dos donos. Mas não. Parece que o mote é o velho "deixem jogar o Mantorras", pelo qual fomos sempre extraordinariamente gozados pelos mesmos que agora imploram para deixarem jogar o Hulk. Com algum azar, a sorte será a mesma. Cá estaremos para vos acenar com vinte milhões de contos (em dinheiro do Monopólio) como vocês tantas vezes nos acenaram com os dezoito.

Boa, boa, porém, é a coerência de raciocinio. Para Miguel, o único futebol que vale a pena ver é o de ataque. Percebo e subscrevo. Excrementos como o que o Marítimo e Carvalhal (por exemplo) produziram não são dignos do jogo. Ah, mas esperem! Desses não nos podemos queixar. Porque os campeões fazem-se em jogos assim. O Benfica não pode, portanto, queixar-se do autocarro do Marítimo. Mesmo que isso não seja sequer futebol, quanto mais de ataque (o único que vale a pena ver)? MST não esclarece. Também não é preciso. O fanatismo não se explica. Explode-se.
 
por JAS às 18:00 | Link | 1 tragédia(s) escrita(s)
Este mês, também estamos aqui

A revista Futebolista é, como não poderia deixar de ser, uma revista sobre futebol. E, como tal, a sua linha editorial seguirá, certamente com orgulho, os ensinamentos de alguns dos grandes filósofos da bola. Neste caso, deram-se ao luxo de escolher o primus inter pares dos filósofos: João Pinto, o Sarrafeiro. O dito? Nada mais, nada menos que o célebre "o meu clube estava à beira do precipício e fez a coisa certa: deu um passo em frente". Numa altura de crise, nada melhor que uma entrevista a três gajos do contra com a mania das grandezas (pronto, ok, a mania das grandezas sou só eu que tenho). Depois dos artigos da Ana Annes na Playboy (tão, tão fraca que só lá vai mesmo pelos artigos, que conseguem transformar os do Crime em referências jornalísticas), e das várias e sumarentas colunas de opinião no 24 Horas, é impossível perder a entrevista com o trio da Ilíada Benfiquista. Chiça, até rimei!

Agora, ide e compraide e que Eusébio vos abençoe.
 
por JAS às 17:20 | Link | 2 tragédia(s) escrita(s)
Terça-feira, Agosto 25, 2009
Doutrina do Prof. Macaco
"Não somos anjinhos, mas não somos agressores", garantiu Madureira sobre uma possível agressão ao jogador Adriano.

Eu também não fui. Nem a ele, nem ao Co Adrianse, nem ao Paulo Assunção, nem ao Rodríguez, etc, etc.
 
por Mavs às 02:15 | Link | 7 tragédia(s) escrita(s)
Segunda-feira, Agosto 24, 2009
Vorskla e Guimarães
Tive a oportunidade de ver a gravação destes dois jogos. É impressionante a diferença da "noite para o dia" da nossa equipa. Mas, para citar Jesus (Meu Deus!), "os campeões fazem-se com estes jogos". Cabe ao Benfica jogando bem, golear, jogando mal, ganhar.
 
por Mavs às 19:46 | Link | 8 tragédia(s) escrita(s)
Segunda-feira, Agosto 17, 2009
Portanto, 6 + 7 igual a...
É nestas alturas de maior stresse e irritação que eu ergo as mãos para o céu e agradeço a existência do Sporting. Logo a seguir a louvar a da Fiorentina, bem entendido. Numa altura em que os recordes parecem cair que nem tordos, caberá ao Sporting reclamar, amanhã, ante a equipa Viola, um lugar que já é seu na história da Champions League. Andiamo, ragazzi! Menos de 13 é derrota!
 
por JAS às 19:56 | Link | 15 tragédia(s) escrita(s)
Levanta-te e ri (e depois amanda a granada!)
Ontem fui a um espectáculo de stand-up comedy deveras peculiar. As peculiaridades traduziam-se não tanto no facto de me ter feito reflectir sobre a praga do nemátodo (que, pelos vistos, não afecta árvores como o carvalho, o que me deixou satisfeito, apesar de considerar que há carvalhais - conjuntos de carvalhos, portanto - que deviam ser dizimados sem piedade), mas, e sobretudo, na ideia de que o comediante passou noventa minutos a gozar com cinquenta e quatro mil pessoas e, mesmo assim, conseguiu abandonar calmamente o recinto.

Para que tal não volte a acontecer, gostava de deixar aqui uma sugestão: e que tal se, numa próxima vez, ao invés de atirarmos ovos e tomates e outros géneros alimentícios humilhantes, como faziam os espectadores de mediocridades há uns aninhos, atirássemos umas valentes granadas? Se calhar, só piorava. Cheira-me que o Peçonha, perdão, o Peçanha e aquela "equipa" de tijolos só iriam atirar-se para o chão ainda mais depressa. E ficar por lá ainda mais tempo.

E ainda há quem chame àquilo futebol...
 
por JAS às 10:26 | Link | 10 tragédia(s) escrita(s)
De Férias
Meio preferencial de viagem: Autocarro do Marítimo.
 
por Mavs às 00:54 | Link | 5 tragédia(s) escrita(s)
Sexta-feira, Agosto 14, 2009
A Montanha Mágica
A metáfora encaixa na perfeição: em 2003, a selecção lusa saiu na estação correcta e, qual Hans Castorp, trepou até ao topo da montanha, para visitar vitórias e finais (caramba, até havia um primo Joachim, que tinha tantos princípios como o outro tem bexigas)! O que era suposto durar uns meses acabou por se prolongar por vários anos. Nesse período, enquanto selecções como a Inglaterra e a França decaíam, Portugal, no topo da montanha, florescia. Instalou-se uma certa rotina de vitórias, ainda que com alguns dissabores momentâneos. A cura chegou, na história, passados sete anos. À Selecção, bastaram cinco.

Cinco anos volvidos, contratámos o Paulinho do Manchester. Iniciou-se a renovação. Adequámos o discurso à cena internacional. Dentes de alho? Santas? Nada disso. Enquanto Obama prometia retirar as tropas, o Clausewitz da bola, com a sabedoria de quem empata a zero em casa com a Albânia, declarava querer correr com os talibans. Enquanto o diabo (ou terá sido o burro?) esfregava um olho, os percalços tornaram-se habituais. De repente, Portugal, descido da montanha, deu por si do lado errado das trincheiras. E, perante a iminência da derrota, decidiu convocar o Napoleão dos Trópicos: Liedson.

E, de repente, a sociedade portuguesa dividiu-se: de um lado, os realistas (onde se incluia, certamente, o 31 da Armada), que sabem o que é melhor para a Selecção e que não ousam sequer discutir detalhes como a nacionalidade. Do outro, um lado bem sujo e repugnante, chafurdam os porcos xenófobos, para quem Liedson é mais um enjeitado pela Canarinha. A divisão, note-se, foi feita por mim com a ajuda do José Manuel Delgado, jornalista de alto gabarito com, segundo consta, uma paixão assolapada por ditados.

Pessoalmente, juntaria com agrado o meu nome ao grupo dos ostracizados, não tanto por nutrir um particular desprezo por Liedson, mas por grande amor ao porco, animal demasiado subvalorizado, na minha opinião. Afinal, o que seria de mim sem uma bela febra e da nouvelle cuisine sem uma bela trufa? Todavia, acho que estamos a tomar a floresta pelas árvores. Ou, numa versão mais adequada, o Afeganistão pelos talibans. Proponho, por isso, que, em vez de entranharmos o Liedson, desentranhemos o Paulinho. Não me lixem: qualquer Chalana ou Diamantino fazem o que ele faz mais depressa e melhor. Afinal, distribuir pinos e coletes não é assim tão difícil como isso.
 
por JAS às 19:41 | Link | 5 tragédia(s) escrita(s)
Domingo, Agosto 09, 2009
Eusébio Cup
Para acabar a pré-época, nada melhor do que uma vitória contra um adversário complicado (mas que sejamos sinceros, já teve melhores dias... Não acho que Leonardo esteja à altura do cargo que ocupa). Apesar disto, nota-se a génese do futebol do Milan: joga no erro, tenta adormecer e controlar o jogo. A espaços, permitimos que tal acontecesse, o que em nada mancha a exibição segura que tivémos ontem.
Gosto da forma como este SLB se apresenta em campo: "pressão alta", a começar pelo tridente da frente (onde andava este Aimar? E Dí Maria parece outro jogador), o que dá origem a recuperarmos a bola mais à frente no terreno, "ganhando" preciosos metros de campo. E quando temos a posse da bola, progredimos no campo por regra ao primeiro toque, e com um futebol apoiado e envolvente.
Foi assim que chegámos ao golo: Shaffer faz um cruzamento fenomenal para Cardozo cabecear, sem oposição, para a baliza.
Infelizmente, a 3 minutos do fim, Pato fez o que quis de Patric... e tivémos auto-golo, por Sidnei.
Temos de reconhecer que mesmo para aqueles que têm dúvidas quanto à titularidade de Quim (entre os quais eu me incluo) que a mesma ficou cimentada com a defesa de 4 penalties (ao contrário de Storari que não defendeu nenhum), o que fez com que a Eusébio Cup ficasse em casa.
Defensivamente, nota-se que ainda há alguns detalhes para acertar, nomeadamente na lateral direita. Patric tem algumas falhas complicadas em termos de posicionamento, e Amorim apesar de muito esforçado, não fez esquecer Maxi Pereira. Na esquerda, Shaffer deveria ser titular. Está a melhorar o seu posicionamento, e com cruzamentos daqueles... poderemos ter uma ala esquerda bastante endiabrada.
Javi Garcia parece-me um jogador pendular, e finalmente temos alguém que pode fazer, na perfeição, a posição 6.
Do final de jogo, fica esta imagem, dirigida aos adeptos:


Parafraseando alguém que conheço, "deveríamos aprender alguma coisa, nomeadamente a apoiar a equipa (e em especial os guarda-redes, que já sofrem uma pressão acima dos outros jogadores). Se algum dia o SLB quiser ser o grande clube de outrora, deveria começar pelo apoio incondicional à equipa. Isso não significa que não possam haver críticas. Mas as mesmas devem ser reservadas para os momentos após jogo. Durante o mesmo, somos todos parte da mesma família, e deveremos mostrar aquilo que faz do Estádio da Luz o Inferno Vermelho."

Pessoalmente, já tinha saudades de ver um Benfica como este!!!
 
por Jota às 12:10 | Link | 14 tragédia(s) escrita(s)
Sexta-feira, Agosto 07, 2009
Só se aceita a Vitória
Vorskla Poltava

Confesso o meu desconhecimento da equipa. Mas tendo em conta que têm tão pouca história no seu campeonato... é imperioso passar este playoff!
 
por Jota às 17:38 | Link | 7 tragédia(s) escrita(s)
Segunda-feira, Agosto 03, 2009
Justiça
Parece que o corrupto Isaltino Morais foi condenado a 7 anos de prisão efectiva. Coitado. Devia pensar que estava a ser julgado - como outros corruptos que andam por aí - num tribunal lá do Norte e não no tribunal de Sintra.
 
por Mavs às 19:38 | Link | 20 tragédia(s) escrita(s)
Domingo, Agosto 02, 2009
Torneio de Guimarães
Estamos, de facto, muito fortes. Arrisco-me mesmo a dizer que o onze que jogou na primeira parte do jogo contra o Vitória, neste sistema, podia lutar para ser campeão. Mas depois, com os três argentinos na frente, a segurança do Garcia e os golos do Cardozo, chegámos (nalguns momentos) a parecer mesmo o Barcelona campeão europeu. Os passes ao primeiro toque, as combinações, a pressão sobre o adversário, a concentração total em todos os lances são muita areia para um campeonato dominado pela fruta e pelos conselhos a árbitros do corrupto.

Há, pelo menos, uma certeza para esta temporada: vamos ser mais roubados do que nunca. Os incompetentes (para não dizer outra coisa...) Hugo Miguel, no jogo contra o Atlético, e o Jorge Sousa, hoje, já fizeram questão de abrir o precedente. Além da onda vermelha, vamos ter a onda da fruta.
 
por Mavs às 23:48 | Link | 11 tragédia(s) escrita(s)
Sábado, Agosto 01, 2009
Como é que se diz "frutinha" em francês?
Cissokho contre la Coupe de la Paix ?

Lundi soir, l'Olympique Lyonnais affrontait le FC Porto dans le cadre de la Coupe de la Paix. Une confrontation qui scellait les retrouvailles entre ces deux clubs qui ont beaucoup négocié ensemble cet été avec les transferts de Lisandro Lopez et d'Aly Cissokho. Mais cette rencontre fut surtout synonyme d'élimination pour l'OL qui s'est incliné (0-2) face aux Dragons. Selon les observateurs, cette défaite trouverait sa source dans le manque de condition physique des lyonnais. Mais pour certaines mauvaises langues en provenance d'Espagne, où se déroule actuellement la compétition, l'OL se serait incliné pour d'autres raisons.

Certains bruits de couloirs, renforcés par les déclarations d'un journal local de Malaga, estiment que l'OL aurait laissé la victoire à son adversaire du soir en échange de l'arrivée d'Aly Cissokho. Mi-juillet, Jean-Michel Aulas aurait en effet inclus le résultat final de cette rencontre dans les négociations pour le transfert du défenseur afin que le FC Porto accepte de lâcher son joueur à 15 millions d'euros. Un pseudo-scandale qui n'a cependant rien de surprenant. Il y a quelques jours, Aulas avouait à demi-mots avoir arrangé avec son homologue toulousain, Olivier Sadran, l'issue du match OL-TFC dont le score (0-0), faisait les affaires des deux clubs. Echanges de bons procédés...

Notícia retirada do Transfert de Foot via Fórum Benfica.

Segunda-feira à noite, o Olympique Lyonnais defrontou o FC Porto na Taça da Paz. Uma partida que permitiu o reencontro entre dois clubes que haviam negociado, neste Verão, as transferências de Lisandro Lopez e Aly Cissokho. Mas este embate foi sobretudo sinónimo da eliminação do OL, que perdeu (0-2) frente aos dragões. Aparentemente, a derrota resultou da deficiente condição física do Lyon. Mas, segundo alguns rumores provenientes de Espanha, onde actualmente decorre a competição, a derrota do OL ter-se-ia devido a outras razões.

Alguns rumores, reforçados pelas declarações de um jornal local em Málaga, consideram que o OL terá oferecido a vitória ao seu adversário como contrapartida da transferência de Aly Cissokho. Em meados de julho, Jean-Michel Aulas teria incluído o resultado final desta partida nas negociações para a transferência do defesa, de forma a que o FC Porto aceitasse libertar o jogador a troco de 15 milhões de euros. Um pseudo-escândalo que não tem nada de surpreendente. Há poucos dias, Aulas admitiu, por meias palavras, ter combinado com o seu homólogo de Toulouse, Olivier Sadran, o resultado final da partida OL-TFC, que terminou empatada a zero.
 
por Mavs às 17:04 | Link | 11 tragédia(s) escrita(s)
2004/2005 - 2009/2010
Trapattoni: Quim; Miguel, Luisão, Ricardo Rocha e Dos Santos; Petit e Manuel Fernandes; Geovani, Nuno Assis e Simão; Nuno Gomes.
Sobravam: Moreira, Yannick; Amoreirinha, Argel, Alcides, Fyssas; Paulo Almeida, Bruno Aguiar, Everson, Carlitos, João Pereira, Carlitos, Zahovic; Mantorras, Karadas, Sokota

Jorge Jesus: Moreira; Maxi, Luisão, David Luiz e Shaffer; Javi Garcia, Ramires, Di María e Aimar; Saviola e Cardozo.
Sobram: Quim, Júlio César; Patric, Sidnei, Miguel Vitor, Roderick, César Peixoto; Rúben Amorim, Yebda, Urreta, Carlos Martins, Coentrão, Mantorras, Weldon, Keirrison, Nuno Gomes.

Conclusão: qualquer dos suplentes do actual plantel era, de caras, titular no último plantel campeão. O sistema tem de fazer muito pela vida.
 
por Mavs às 16:25 | Link | 1 tragédia(s) escrita(s)
Notas Soltas
Não é só o facto de estarmos a praticar bom futebol, são também o péssimos jogos que os nossos principais adversários estão a realizar. Quanto aos lagartos, é óbvio que já se esperava o que iria acontecer: sem jogadores de qualidade e com o Liedson um ano mais velho, não há milagres. No que respeita aos corruptos, o jogo deles hoje com o Aston Villa foi, numa palavra, ridículo. Esta palavra pode também classificar a exibição de hoje do Falcão e - muito provavelmente - a sua passagem pelo futebol português.
Em termos tácticos, o "prof." Jesualdo anda a evoluir: bola para o Hulk e ver se este safa a coisa.

Em termos de Benfica, a contratação do Keirrison. Podem continuar a dizer mal, a dizer que "não tem lugar na equipa", que "é um jogador do Barça", que como não vem para a reforma (tem 20 anos...), "vem para as discotecas", que "o Falcão é que é", etc., etc. O que é certo é que este jogador dá-me uma garantia inequivoca: temos ataque no onze titular e no banco. Sobre Júlio César, Weldon e César Peixoto, com jeitinho, não chegam os 3 a custar-nos 1 milhão. E assim sendo...
 
por Mavs às 02:13 | Link | 9 tragédia(s) escrita(s)