origem
Terça-feira, Novembro 30, 2010
Ataque e contra-ataque
Já se sabe que qualquer "polémica" em que o Benfica esteja metido o Porto sente necessidade de se imiscuir; obviamente, é uma situação triste e rídicula, mas há que reconhecer que o Benfica sente a necessidade patológica de enveredar pelo mesmo caminho. Um dia talvez sejamos diferentes...
No entretanto, tenho de reconhecer que depois disto, esta resposta é muito boa:

"Co Adriaanse
Luís Fabiano
Derlei
Paulo Assunção
Adriano
Rodriguez
Costinha
Raul Meireles
Matt Fish (basquetebolista)
Paulo Martins (RTP)
Pedro Figueiredo (RTP)
João Pedro Silva (RTP)
Marinho Neves (jornalista)
Fotógrafo do JN atropelado à saída do tribunal.

E mais um sem número de pessoas que optaram pelo silêncio!

A todos a nossa solidariedade!"

Simples e eficaz!
 
por Jota às 10:50 | Link | 3 tragédia(s) escrita(s)
Domingo, Novembro 28, 2010
Então xau!
LOLOLOL

 
por Jota às 21:22 | Link | 6 tragédia(s) escrita(s)
Sejas bem regressado, Cardozo
A finta para o golo do Saviola é um mimo, para além daquele remate em arco.
Pode ser que assim os tipos da TVI se calem com a exibição "perfeita" do Hugo.
 
por Jota às 19:39 | Link | 1 tragédia(s) escrita(s)
Sexta-feira, Novembro 26, 2010
Aprendam
Se os nossos avançados se desmarcassem assim, não estávamos nesta situação...
 
por Jota às 13:37 | Link | 3 tragédia(s) escrita(s)
Quinta-feira, Novembro 25, 2010
Vieira e Jesus:
Façam favor de assumir as responsabilidade. Se quiserem, até oferecemos a nossa caixa de comentários.

Isto não é o Sporting. Aqui não se luta por 2.ºs lugares em Outubro nem pela Liga Europa em Novembro.

Demitam-se, peçam a demissão, chorem, matem-se, sei lá.

É evidente que depois do pior arranque de sempre da História do nosso clube está TUDO em causa. E só pode estar tudo em causa.
 
por Mavs às 10:43 | Link | 4 tragédia(s) escrita(s)
Oco
Sem raça, vontade, querer ou ambição.
Sem identidade.
Acomodados e a contar com um golito naquela enxurrada de cantos.
Com algumas excepções, uma mediocridade dolorosa.

Fins de Novembro: lutamos para os prémios de consolação.

PS: o maior cego é mesmo aquele que não quer ver...
 
por Jota às 09:21 | Link | 1 tragédia(s) escrita(s)
Quarta-feira, Novembro 24, 2010
TENHAM VERGONHA, SEUS FILHOS DA PUTA!
 
por JAS às 21:48 | Link | 2 tragédia(s) escrita(s)
Segunda-feira, Novembro 22, 2010
Ópera do Mou(r)tinho
"Sintam o cheiro do porco traidor,
Que brincou com o nosso grande amor!
Aqui nasceste, foste capitão,
Mas tu não passas de um porco lampião!
Filho da puta, és um cabrão...
Ainda consegues ser pior que o simão!
João porquinho, se deus quiser...
Hás de ter o destino do Feher!..."

Cântico do Zbordém dedicado a João Moutinho

Comecemos pelo primeiro verso: o olfacto é, claramente, o sentido favorito dos sportinguistas. Se há uns anos nos pediam que sentíssemos o cheiro que afugentava os cães, pedem-nos agora que sintamos o cheiro do porco traidor. Nada contra: para um clube que há quase dez anos só consegue cheirar o título de campeão, é natural esta confiança no olfacto, sobretudo depois do ano transacto. Convenhamos: é preciso ter uma capacidade olfactiva tremenda para cheirar um título a 28 pontos de distância. Infelizmente, o segundo verso já não revela a mesma coerência. Senão, vejamos: brincou João Moutinho com o Benfica? Que eu saiba, não. Não faz por isso qualquer sentido trazer à liça o grande amor dos sportinguistas. Pausa. Pergunta o leitor: mas o grande amor dos sportinguistas não é o Zbordém? Será, leitor? Facto número 1: a "cançoneta" em causa visa enaltecer os feitos e as qualidades de um ex-jogador do Sporting que o mesmo Sporting perdeu para o Fóculporto. Facto número 2: apesar de ter sido o Fóculporto a roubar ao Sporting o seu capitão, a música faz duas referências directas ao Benfica e nenhuma ao Fóculporto. Fala-se de Costinha, com quem Moutinho se incompatibilizou? Fala-se de Bettencourt, o Newton da "Maçã Podre"? Não. Fala-se do Benfica. Pode ser um amor obsessivo, pegajoso e indesejado, mas é, sem dúvida, um grande amor. O resto da canção consegue dois feitos: o primeiro é o de rebaixar a poesia a um nível semelhante ao que a rebaixou Régio quando se deixou declamar por Pinto da Costa (não me interessa que fosse cadáver: copiasse Pedroto e voltasse como assombração); o segundo é o de comprovar o quão "especial" é o Sporting como clube. Acreditem: nada diz "diferente" como desejar a morte a um indivíduo usando a de outro como exemplo. Afinal, parece que não foi por acaso que puseram Alvalade tão perto da Avenida do Brasil.

 
por JAS às 20:30 | Link | 3 tragédia(s) escrita(s)
Quarta-feira, Novembro 17, 2010
Epá, 4 - 0 à Espanha
E nem sequer foi preciso pôr a jogar o FMI.
 
por JAS às 23:20 | Link | 1 tragédia(s) escrita(s)
Segunda-feira, Novembro 15, 2010
Benfica 2010/2011
Bom jogo do Gaitán, Sálvio (já não era sem tempo!) e, evidentemente, Pablo Aimar.

Entretanto, descobri ontem isto: Benfica paga 3,9 milhões por Oblak.
Sempre podem vir aqui argumentar que, pelo menos, pagámos menos do que os 6 milhões esbanjados no Rodrigo...
 
por Mavs às 12:44 | Link | 3 tragédia(s) escrita(s)
Benfica Naval


Apesar dos golos de Gaitan, dos grandes passes de Aimar e da inteligência de Saviola, para mim este foi o momento do jogo.

PS: Foto retirada do Record
 
por Jota às 11:02 | Link | 1 tragédia(s) escrita(s)
Quinta-feira, Novembro 11, 2010
O último adeus do senhor do adeus
Paz à sua alma.
 
por Jota às 14:27 | Link | 2 tragédia(s) escrita(s)
Quarta-feira, Novembro 10, 2010
Ao Ricardo e ao José Diogo
Houve tempos em que os senhores d'A Bola dirigiam um jornal. Tempos em que os jornalistas sabiam escrever. Tempos em que os lugares comuns não abundavam. Tempos em que os artigos, pela sua acuidade intelectual, pela sua precisão, pela sua, enfim, qualidade, valiam o tempo gasto a lê-los. Esses já não foram os meus tempos. Quando eu, aos três anos (vá, pronto, aos seis), comecei a folhear o jornal, já o Rui Santos lá tinha uma crónica (o que não significa necessariamente que a escrevesse, já que o processo de escrita é um pouco mais complexo que alinhavar palavras. Mas disperso-me). A partir daí, foi sempre a decrescer. Morreu Homero Serpa. Olímpio Bento ganhou destaque. Aquele senhor da "O Sole Mio", que, por escrever sobre Itália ou de Itália, deveria saber, melhor do ninguém, o que é a máfia, também começou a aparecer. E, enfim, chegou Miguel Sousa Tavares. Por oposição a todos estes intervenientes, houve, e há ainda, Leonor Pinhão, mas, como se diz por aí, não é uma andorinha, por muito bem que voe, que faz a Primavera. Quando apareceu o Zé Manel, A Bola, que se tinha tornado um negócio, voltou a ter um bocadinho de jornal. E quando Ricardo Araújo Pereira, uma das mentes mais brilhantes da cultura portuguesa contemporânea, anunciou a "Chama Imensa", julguei que A Bola tinha limpo a face. Certo: chegaram-nos, em simultâneo, Rui Moreira, Sílvio Cervan, o indescritível Eduardo Barroso e o razoavelmente bom Francisco José Viegas. Todos eles pequenos preços a pagar para poder ler RAP. Pelo meio, apareceu JDQ. Não só não escrevia mal, como tinha o dom da sanidade, coisa que falta aos poucos zbordinguistas que vão ficando. Mas RAP dava mais sabor ao sábado. RAP de férias eram fins-de-semana de menor qualidade. Porque ler RAP (e JDQ) dava a todos aqueles que prezam a honestidade e a transparência desportiva a capacidade de achar que pelo menos aquela aldeia iria resistir, se não sempre, pelo menos ainda, ao invasor. Não resistiu. Perante a birra de MST, A Bola agiu como se agia há umas décadas. Louve-se-lhes a falta de coragem. Em RAP, apesar das críticas dirigidas a MST, ninguém tocou, ou não fosse o Benfica o pão desta gente toda. Aliás, já que relembramos o Estado Novo, permitam-me usar aquela frase da qual sou o - até ver - orgulhoso autor: "inventar uma mentira sobre o Benfica é dar de comer a centenas de portugueses". Atiraram-se a JDQ, o que é curioso. Primeiro, porque consideraram - só pode - que a Ricardo Araújo Pereira faltava a coragem como a eles lhes falta a integridade (jornalística). Não faltou. Segundo, porque apesar das mentiras, incoerências e insultos do cronista do Fóculporto, quem se lixou foi o cronista do Sporting. Se isto não reflecte a realidade desportiva portuguesa, não sei, de facto, que outra situação reflectirá.

De qualquer modo, espero que a RAP (e JDQ) se siga Leonor Pinhão. Não minto: sou capaz de continuar a comprar A Bola (às quintas) porque a Leonor lá escreve, o que é um dos melhores elogios que lhe posso fazer. Mas tenho noção - e ela, creio, também - que são pérolas a porcos. O outrora jornal A Bola merece os Rui Moreiras, os Eduardo Barrosos, os Miguel Sousa Tavares e os Olímpio Bentos deste mundo. Porque, se a um jornal faz falta quem escreva bem (e pense ainda melhor), a papel impresso basta uma mão cheia de lugares comuns e outra de gente manhosa que os publicite.
 
por JAS às 19:32 | Link | 11 tragédia(s) escrita(s)
Terça-feira, Novembro 09, 2010
É curioso
O processo "Apito Dourado" e o processo "Casa Pia" têm em comum uma única coisa (porém essencial): ninguém discute os factos. Só o Direito. Processual.
 
por JAS às 22:19 | Link | 1 tragédia(s) escrita(s)
Sem sentido...
Esta deslocação a Angola.
Espero que Domingo não paguemos desportivamente a factura deste passeio, certamente com um excelente cachet.
E gostava que o presidente não nos mandasse areia para os olhos com a conversa do privilégio...
 
por Jota às 18:56 | Link | 1 tragédia(s) escrita(s)
Segunda-feira, Novembro 08, 2010
Manifesto
Este blogue não é só contra a corrupção. Este blogue é contra as ditaduras, contra a vassalagem prestada a ditadores, contra a "angolanização" do Benfica. Este blogue é contra os símbolos curiosamente esquecidos em aeroportos africanos, contra as viagens feitas entre jornadas, contra as relações institucionais com caudilhos. Este blogue é contra tudo aquilo que contraria a natureza do Benfica. Este blogue não admite que se factualize um boato. O Benfica nunca foi o clube do regime e este blogue é contra a vontade de alguns em transformá-lo em tal, seja o regime em que País for. Este blogue desconhece as intenções do presidente do Benfica e gostaria de vê-las esclarecidas. Este blogue é contra a transformação do Benfica no brinquedo de uns quantos. Este blogue não quer saber de contrapartidas financeiras. Este blogue quer saber de contrapartidas desportivas. Este blogue é contra a celebração de uma independência que ainda não aconteceu, mas a favor de todos os angolanos benfiquistas e de todos os benfiquistas angolanos, que são uma e a mesma coisa. Este blogue é, em suma, a favor do Benfica e, neste momento, cada vez mais contra o seu presidente.
 
por JAS às 22:30 | Link | 5 tragédia(s) escrita(s)
Pensamento do dia
"Não escondo a indiferença desportiva por ver o Zbordém nestas aflições"
 
por JAS às 21:48 | Link | 1 tragédia(s) escrita(s)
Hangover
Jamais, neste blogue, poderão acusar-nos de não termos assumido uma postura crítica sobre a forma como a preparação desta época (não) foi feita. Alertámos várias vezes para a necessidade de se cumprir a promessa feita (não vender jogadores nem 1 € que fosse abaixo da cláusula de rescisão), de reforçar a equipa com jogadores "a sério" tendo em vista a participação na Champions (e não com Jaras e Rodrigos), enfim, a de mantermos a identidade que criámos na temporada passada: a identidade à Benfica.

Mas da mesma maneira que, a seu tempo, criticámos a forma como todo o trabalho de sucesso, feito num ano, foi destruido em poucos meses, HOJE apoiaremos o nosso clube. E perante os guinchos de toda esta gente - e após apontarmos para as quinas de CAMPEÃO NACIONAL -levantarmos, bem alto, um enorme dedo do meio.
 
por Mavs às 17:14 | Link | 5 tragédia(s) escrita(s)
Lagartos hoje e sempre ridículos
O facto destes lagartos comemorarem as vitórias dos outros só demonstra o clube ridículo que é o sporting. Festejem lá as vitorias dos outros porque desde há muito e nos proximos anos nem perto irão estar de ganhar qualquer coisinha que seja.

Benfica. Hoje e sempre.
 
por Mavs às 15:15 | Link | 3 tragédia(s) escrita(s)
Domingo, Novembro 07, 2010
Só há uma coisa a dizer
Parabéns ao Fóculporto. Por muito que continuem a roubar, este foi um jogo limpo. Aos benfiquistas que solicitam apoio ao que já foi uma equipa (e ao que já foi um treinador), não voltem a atrever-se. É só isto. Até Agosto do ano que vem.
 
por JAS às 22:19 | Link | 11 tragédia(s) escrita(s)
Tareia sem espinhas
Temia algo assim, especialmente apartir do anúncio do 11 titular.
Tal como na Supertaça, resolvemos dar mais um tónico XXXXXL de confiança ao Porto.
JJ inventou, os jogadores parecem anémicos e amnésicos de como se joga futebol e não há aquela garra ou brio que já vimos.

O que fica?
Apesar de estarmos no início de Novembro, o campeonato já era e urge recolocar a equipa a jogar futebol num patamar minimamente aceitável.
E de uma vez por todas, olhemos para este plantel, as suas limitações e admitemos que houve muita coisa a falhar numa época em que tanta coisa nos foi prometida.
 
por Jota às 22:14 | Link | 4 tragédia(s) escrita(s)
Pergunta
Serei só eu que acho que ir ao Dragão inventar na defesa dá asneira?
Pois é, Jesus, 3 golos em trinta minutos e é só buracos!

PS: Não concebo que num jogo em que a derrota significa 10 pontos para o primeiro, tenhamos ido a medo e deixando, pelo vistos, a inteligência em Lisboa.
É que ao fazê-lo, perdemos as hipóteses de jogar futebol.
 
por Jota às 20:41 | Link | 9 tragédia(s) escrita(s)
Terça-feira, Novembro 02, 2010
"À bruta também é especial"
Permitam-me uma elocubração prévia: há uns anos, fiz teatro. Alguns de vós dirão que teatro é coisa de fanchono. E até poderão ter razão. Por exemplo, o grupo em que eu estava perdeu uma vez uma competição para uma série de madalenas que se despiam em palco. Deve ter sido bonito de se ver. Eu, por acaso, não estava lá, mas não tenho dúvidas que nenhuma coisa grita "arrojo" com mais força do que uma série de gajos com a salada a badalar. No nosso caso, porém, não havia fanchonice, de tal modo que tínhamos lá uma senhora - autora da frase que aparece no título - que, de tão dotada, conseguia fazer o público ignorar a falta de qualidade dos actores.

A história anterior visa ilustrar o Benfica - Lyon de hoje. Os quatro golos que marcámos, e a forma como vulgarizámos o Lyon (que, se repararem bem, é outra forma de dizer Leão), fizeram a nação benfiquista soltar a franga. Muitos terão dito que agora é que era, que o campeonato estava ganho e que o Fóculporto iria ser vítima de prática sexual comum nos estabelecimentos prisionais masculinos. Não era preciso falar dos intervenientes, sobretudo dos da segunda parte, porque os golos - ou o dote, se quiserem - permitiam ao público esquecer-se dos que já lá não estão e que tanta falta lá fazem. O problema, que o grupo de teatro, por razões óbvias, nunca teve, é que os intervenientes, a partir de certa altura, mudaram. E, de repente, de um dez contra onze (o namorado da Diana Chaves veio testar as chuteiras / avaliar o relvado / distribuir águas) passámos para um sete contra onze. Ora, o Leão jogou malzinho, mas convenhamos: com intervenientes destes, nem ao Sporting ganhávamos. Serve isto para dizer que de nada vale marcar quatro golos se, logo de seguida, se sofrem três infantilmente. E que, uma vez mais, fica demonstrada a qualidade com que foi preparada esta época, começando em Roberto e acabando em Franco Jara. De Roberto, creio que já tudo se disse. De Franco Jara, não sei francamente o que é que se pode dizer. E isto para não mencionar Weldon, cuja inscrição na Liga dos Campeões terá certamente uma justificação qualquer que ainda não fui capaz de vislumbrar.

Claro que há sempre quem veja o copo meio cheio. Há uns anos, o Benfica jamais vulgarizaria o Lyon (excepto, claro, no ano passado). Há uns anos, se calhar tínhamos levado quatro em vez de ter dado quatro (excepto, claro, no ano passado). Este ano, demos quatro ao Lyon, a equipa que eliminou o Real Madrid (no ano passado, quando jamais teríamos sofrido três golos destes). O problema é exactamente este: depois de muitos anos muito maus, tivemos um ano absolutamente fantástico, não só em comparação com os anos anteriores, mas também com aqueles em que íamos a meias-finais e a finais da Champions, enquanto este ano estamos a ter um ano comparativamente inferior, sem que ninguém consiga perceber muito bem porquê. Eu percebo que devemos dar todos as mãos e remar para o mesmo lado e estar unidos contra o verdadeiro inimigo (no qual estou certamente incluído) e outras paulocoelhices do género. O problema é que, no fim, mesmo que a gaja tenha mamas muito boas, os intervenientes vã0 continuar a ser uma merda. Com a excepção de mim e mais um gajo, que éramos, respectivamente, uma espécie de Fábio Coentrão e Carlos Martins do teatro académico.
 
por JAS às 22:14 | Link | 13 tragédia(s) escrita(s)